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E o solo?

Esta talvez seja a pergunta mais frequente sobre a estratégia de fogos muito frequentes que a Montis está a executar. A área do badio de Carvalhais sob gestão da Montis é de cerca de cem hectares e a Montis queima, em anos diferentes mas com o mesmo intervalo de quatro anos em cada uma, três parcelas de 20, 10 e 20 hectares. Nesta Terça-feira, 12 de Janeiro, pela primeira vez repetimos a queima na primeira parcela de 20 hectares que tínhamos há quatro anos. A questão que muitas vezes é levantada é se com esta estratégia não estaremos a aumentar a degradação do solo e empobrecer os sistemas naturais, dando passos a caminho do deserto. O fogo e os efeitos do fogo sobre os elementos naturais não são sempre os mesmos, depende da energia libertada pelo fogo, do tempo de residência da chama e das características da vegetação por onde passa o fogo. A energia libertada pelo fogo depende da quantidade e qualidade dos combustíveis, nomeadamente do seu grau de secura, e da oxigenação, o que neste

Fogo controlado: A preparação

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Balanço de 2020

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23/01/2021 - Passeio às Salinas do Samouco