16 de janeiro de 2017

Não temos pressa


Na fotografia do Nuno Neves (por isso o dito não aparece na fotografia) vemos alguns resultados da segunda oficina de engenharia natural: algumas estruturas que esperamos que venham a travar sedimentos e aumentar a velocidade de recuperação dos sistema, e um aumento de 100% no número de mulheres participantes.
Os resultados principais são invisiveis, estão dentro da cabeça de cada uma destas pessoas.
A oficina correu bem, melhorámos alguns aspectos da logística (com apoio da Desafio das Letras e da Junta de Freguesia de Carvalhais e Candal), o que aliás pode ser visto nesta imagem:
Aldo, o formador, olha com ar satisfeito o facto de já termos feito uma fogueirinha para assar umas chouriças e o mais que venha, enquanto a Samantha vai pondo em funcionamento o fogueirinho a gás que comprámos para ir tendo qualquer coisa quente.
No alojamento também procurámos dar melhores condições, e estamos agora a recolher opiniões sobre o que podemos melhorar da próxima vez.
Também vamos tentando levar mais à prática o princípio de refeições mais perto da terra, fugindo das soluções mais fáceis da barra de cereais e coisas que tal.
Como não se trata de um grupo almoçarista, mesmo não tendo nós nada contra as almoçaradas, o que interessa é o que se pratica e o que se aprende
Apareçam na próxima, provavelmente em Abril (ainda em confirmação) ou nos fins de semana voluntários, que não tarda muito também vão começar: vê-se gente nova e variada, apanha-se bom e mau tempo, trabalha-se e passeia-se, enfim, vale a pena fazer isto tudo e ainda aprender coisas novas e úteis.
Façam como o Zé, trouxe a família e a criançada ficou a brincar no Bioparque do Pisão, enquanto o pai participava na oficina.
Sem pressa, lá vamos empurrando tudo para recuperar este baldio um bocadinho mais depressa do que ele o faria sem ajudas, ao mesmo tempo que mais gente vai aprendendo e fazendo as suas opções nos seus projectos próprios.

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