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De braços cruzados

O post anterior, remetendo para a próxima Primavera o momento em que esperamos ter informação suficiente para agir sensatamente sobre a gestão dos nossos carvalhais ardidos, terá provocado algumas perplexidades: vão ficar de braços cruzados, à espera?
É uma perplexidade compreensível, igual à que assalta quem vê um fogo a crescer ameaçadoramente e não compreende o que faz um dispositivo de combate a quilómetros de distância, em vez de atacar corajosamente a frente de fogo.
Vale por isso a pena explicar de novo o modelo de intervenção da Montis, a que às vezes chamamos "o caminho da suavidade", usando uma tradução portuguesa de Judo, pegando no caso concreto destes carvalhais.
Neste momento a questão central é saber se a intensidade do fogo matou a parte aérea dos carvalhos, levando a que na próxima Primavera rebentem na base, em várias pernadas, ou se apesar do fogo aparentemente ter sido intenso, a sua severidade, isto é, o seu efeito nas plantas, é compatível com a sobrev…

A Primavera dirá

Da tranquilidade necessária

Já viram o novo video do I Campo de Trabalho Internacional da Montis?

Sábado vamos discutir o fogo de Vieiro