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O contexto do fogo que vamos usar

Muitos dos nossos sócios têm mais dúvidas que certezas em relação ao uso que fazemos do fogo, havendo mesmo alguns que, apoiando globalmente a actividade da Montis, por isso são sócios, acham um erro o uso do fogo como ferramenta de gestão da biodiversidade. A figura acima, retirada do plano de fogo controlado que a Montis tem em execução, ajuda a perceber as opções que temos feito, que têm em conta o contexto existente. As parcelas que prevemos queimar de quatro em quatro anos, aproveitando o intervalo entre os fogos controlados para fazer acções de gestão que vão desde a retenção de sedimentos para criar solo e aumentar o capital natural, à sementeira directa, à condução da regeneração natural, à estacaria de salgueiro, ao uso de gaios para promover a dispersão do carvalhal e à plantação de bosquetes de alta densidade de autóctones, entre outras, são as duas (na realidade são três mas a separação entre as duas manchas mais à esquerda só é perceptível aumentando a figura e olhando c…

Esta terça feira, dia 11, às dez da manhã?

A meteorologia manda, nós adaptamo-nos: nova data para a queima deste ano

A abundância de bolotas e cogumelos

Passado Geológico do baldio de Carvalhais