No final de 2024 foi solicitado à MONTIS que indicasse (sob o formato de fichas, cujo modelo foi previamente enviado) duas prioridades de curto, médio e longo prazo para as florestas, para que pudessem ser analisadas e seleccionadas para o Plano Florestal em desenvolvimento.
A MONTIS contribuiu com 8 propostas:
• Dimensão Administrativa:
- Financiamentos em prol da conservação tendo em conta as limitações dos Vales Floresta e Fundo Ambiental (curto prazo)
- Faixas de Gestão de Combustível prevendo utilizações compatíveis (curto prazo)
- Intervenção municipal em floresta abandonada melhorando a capacidade de intervenção municipal em solo rural (médio prazo)
• Dimensão Territorial:
- Resolução das limitações na criação/ gestão do mosaico tendo em conta os curtos prazos de intervenção das OIGP (médio prazo)
• Dimensão Económica e Social:
- Remuneração de serviços dos ecossistemas não transacionáveis pelo mercado prevendo o desenvolvimento de mecanismos de remuneração (médio prazo)
- Biomassa para energia “local” incluindo a possibilidade nas EDLBC ou intervenção nas freguesias (médio prazo)
• Dimensão Ecológica:
- Gestão pós-fogo, valorizando a regeneração natural e a criação de mosaico (curto prazo)
- Benefícios para “Acordos de custódia” e/ou conservação em terrenos privados (longo prazo)
Vimos com agrado termos sido referidos na lista dos que contribuíram para a elaboração do plano e, principalmente, que algumas das nossas propostas constam do documento.
Pudemos também comentar, em reunião alargada com o Senhor Ministro da Agricultura e Pescas e o Senhor Secretário de Estado das Florestas, a versão final do documento que podem consultar aqui.
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