Criado em 2015 com os objectivos de "garantir a conservação dos valores naturais e promover a sua valorização e uso sustentável;
Pelo resto da adaptação (4km) do percurso do PR9 (mais ou menos 8km originalmente), continuámos com satisfação a encontrar carvalhos em regeneração, esperando que a imensidade de folhosas recupere num futuro, sozinha ou com uma mãozinha de todos, através de podas e gestão de combustíveis. No final do nosso percurso fomos até ao parque de merendas da Torre medieval de Cambra, onde nos juntámos, os 5 participantes, os voluntários do projecto LIFE VOLUNTEER ESCAPES, a Fátima e eu, para lancharmos e continuarmos a nossa discussão sobre a gestão das florestas.
Fomentar de forma equilibrada e sustentada, o desenvolvimento económico, social e cultural da região, incentivando e apoiando as atividades tradicionais, a recuperação de povoados e construções antigas de arquitetura tradicional;
Promover a educação e a formação da sociedade civil em matéria de conservação da natureza e da biodiversidade e assegurar a informação, sensibilização e participação do público, incentivando a visitação, a comunicação, o interesse e o contacto dos cidadãos com a natureza; entre outros." o Parque Natural Vouga-Caramulo (PNVC), abrange uma extensão 60% do concelho de Vouzela.
Fomos no dia 29 de Junho de 2019, fazer um passeio num trecho do percurso PR9: Quercus Robur, no Carvalhal de Vermilhas, em Vouzela e que faz parte do PNVC. Orientados pela Fátima do Gabinete de Turismo de Vouzela, começamos a nossa caminhada no Café Flor da Serra onde a Fátima nos fez uma introdução sobre o PNVC, subindo pela estrada do percurso e parando para ver a procissão de flores que ia começar na freguesia.
Depois de passarmos as casas de Vermilhas, entrámos nos carvalhais e campos agrícolas da região, parando perto de uns currais abatidos pelo fogo para falar um pouco sobre o incêndio de 2017 e as suas repercussões.
Pelo percurso, para além da vegetação envolvente que vai crescendo e as flores que vão aparecendo, concentrámo-nos em procurar (e não tivemos que procurar muito) pela regeneração natural nos carvalhais que foram queimados no fogo. A maior parte dos carvalhos que nos acompanhavam neste percurso estão a regenerar neste pós-fogo de copa e raiz.
Continuando o nosso caminho, chegámos finalmente ao nosso objectivo o carvalho centenário do percurso PR9. Com 239 anos (datação de 2013), este Quercus robur é um exemplar majestoso que se destaca nesta floresta autóctone. Queimado no fogo de 2017 e passados agora dois anos, as folhas na copa deste carvalho centenário começam a aparecer, fazendo parecer que a árvore talvez esteja a regenerar no pós-fogo.
Pelo resto da adaptação (4km) do percurso do PR9 (mais ou menos 8km originalmente), continuámos com satisfação a encontrar carvalhos em regeneração, esperando que a imensidade de folhosas recupere num futuro, sozinha ou com uma mãozinha de todos, através de podas e gestão de combustíveis. No final do nosso percurso fomos até ao parque de merendas da Torre medieval de Cambra, onde nos juntámos, os 5 participantes, os voluntários do projecto LIFE VOLUNTEER ESCAPES, a Fátima e eu, para lancharmos e continuarmos a nossa discussão sobre a gestão das florestas.
Um muito obrigada a todos pela participação e até uma próxima!
Esta actividade está incluída no Fundo Recomeçar da Santa Casa da Misericórdia.






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